sexta-feira, junho 06, 2003

Sonhei que comia chocolate, muito chocolate. Bombons do tamanho de uma bola de tênis, deliciosos. A cara inteira lambuzada de chocolate. Orgia. Bombom da Lindt que meu titio trouxe da Itália pra matar a vontade. Mas o recheio tava mole e explodiu na minha camisa. Afê.

Hoje à noite estarei trabalhando na festa do Edson Cordeiro. Querendo me achar, é só passar lá. Ápice da parábola da minha fase guei.

E, só pra fazer inveja no zeed:

[Trilha: Proud (Queer as Folk) - Heather Small - Queer as Folk Soundtrack (04:27)]



quarta-feira, junho 04, 2003

Dani e Ana ficaram tão enraizadas no meu subconsciente que já a segunda vez que eu ligo e acordo a Ana sem querer. Deixa eu ir ali na festa do Candangroove...



Aproveitando a onda, criei um fotoblogue. A princípio, só as imagens até então publicadas aqui estão disponíveis. Mas, quem sabe eu tiver saco, coloco outras depois.











Posso não ter uma câmera digital, mas essa webcam já quebra um galho nos momentos de ócio. Quanto à exposição da imagem, bem, já tô completamente despido mesmo, whatthehell... E estou estreando aqui os lápis de cor metalizados que eu ganhei da Dani. Valeu, gostosa!


terça-feira, junho 03, 2003

Qum está pensando que sou eu aí em baixo está redondamente enganado(a). E isso é tudo o que direi a respeito.



i need one, asap. no bell rang? rtfm.


segunda-feira, junho 02, 2003



love is in the air...





domingo, junho 01, 2003

catárse
Vatapá. Família, família... Aquele monte de menino. Gritando, brincando, brigando. Três mesas de buraco e toma-lhe trincas, canastras, mortos e batidas. Perdi todas que joguei. Aniversário de Marília, à noite, lá ondejudasperdeuasmeias. Foi divertido, revi meus queridos do Grupo. Como amo esse povo. Mas, como todo dia bom, no final deu crise de carência ao encontrar minha outra família (ponha aí no pacote comadre, afilhada, concomadre e yukito, que não tem nomenclatura, mas que é mais que da família). Diferente das outras vezes todas que eu fiquei assim, quando tentava chorar e nada. Tá, foram só duas lágrimas tímidas dentro do banheiro do mal-restaurado Mc. Mas o cigarro que eu fumei no carro da minha cumádi depois saiu bem mais aliviado. É, quem sabe um primeiro passo para o término dessa temporada de frustração. Aí eu vou parar de querer escrever só sobre isso e me libertar para o resto.