sábado, agosto 31, 2002

E tem coisa nova no meu blog de poesias...




Xique-xique com a Malala. Carne de sol, paÁoquinha, macachera cozida, feij„o de corda, e arroz. DelÌcia. Depois fomos ver Oito mulheres, l· na Academia. Muito bom mesmo, o filme. Tem uma linguagem teatral particularmente interessante, as atuaÁıes s„o bem farsescas, assumidamente n„o-naturais. Isso n„o compremete, entretanto, a dramaticidade. Todas as personagens tÍm algo de interesante q as colorem. Louco isso, de que todos temos secredinhos sÛrdidos escondidos em algum lugar... Vale a pena ainda ressaltar q o figurino e o cen·rio s„o muito bem cuidados, entrando ainda num quÍ de palco. … um filme leve, e o francÍs embala gostoso a gente. Vale a pena ir conferir...



Se tem uma coisa q me revolta profundamente È planta de pl·stico. Colocaram no hall de entrada da mnha vÛ uma Comigo-ninguÈm-pode. Pode?! Enfiaram em volta da plantinha de verdade q tinha, sufocando-a. Pranta de pr·stico enfiada na terra. Carai!




A-DO-RO Calvin e Haroldo!



O barco em qual navego
J· n„o sente mais o vento
Fica sem direÁ„o
Mas segue em movimento


Realmente vc mandou bem nesse...



A festa ontem foi Ûtema. Descolamos uma carona com a Re, q tava linda, por sinal. Acabei de descobrir q a Ana tava mais uma vez no Beirute. Me viu, me reconheceu e nem veio falar. Pode?! Mas valeu. O negÛcio È q ficar sem carro È foda. Vc fica dependendo dos hor·rios dos outros. A Re queria voltar cedo demais. AÌ eu fiquei de voltar com a Ana, outra Ana, amiga minha. Beleza. Mas a Ana resolveu demorar mais q o pretentido e sÛ saÌmos de l· quase seis. Mas tudo ok. A festa tava boa, a gente, eu e a minha amiga de inf‚ncia, Lu, È q est·vamos cansados. O som tava tudo de bom. Drum n'bass -ai jisus, comÈ que escreve mesmo?!!! - acho. Agora deixa eu ir q a Malala t· aqui embaixo me esperando pra gente ir almoÁar...


sexta-feira, agosto 30, 2002

Acabo de transformar uma mini-pizza em carv„o. T· pensando o q? Alquimia das brabas...



Toca: Jamiroquai. Digital Vibrations. Viajante...



Durmo com o cabelo molhado e acordo com ele todo estrumbofÈlico. O q fazer? Bozzano azul, daqueles com ·cool. Lembrei disso agora por causa da Ana. Reclamem com ela se n„o gostaram desse post nada a ver no meio da noite.



Ah... Passei a tarde inteira com a Lu, minha mais nova amiga de inf‚ncia. Foi muito legal. Ficamos na casa dela, assistindo de-ve-dÍ bobinho Ocean's eleven, comendo pipoca e tomando del Valle de pÍssego. Vamos mais tarde para uma festa badalada no Lago, veremos no que d·.



Final do ensaio, ontem, eu hiiiper cansado. Mas quem liga pra isso, n„o È mesmo? Aproveitei q ontem eu tava com o carro da mam„e - q ali·s, descobri q ser· meu muito em breve - e me mandei l· pro Beirute. Tinha uma esperanÁa infantil de q iria encontrar um grande amigo e poderia passar algumas horas batendo um papo e descontraindo com uma cervejinha. Mas n„o liguei pra ninguÈm, sÛ fui. Mas tambÈm, ligar pra quem? A Dani t· sem celular e a Carol n„o atende o dela nunca - atÈ tentei. Pensei atÈ em ligar pra Ana, mas n„o tenho o n˙mero dela. E acabei de descobrir agora q ela foi pra l·! Esse negÛcio de internet È flÛrida, vc conhece as pessoas, mas n„o faz a mÌnima idÈia de como elas s„o fisicamente. Enfim, acabei sentado na mesa de uma biba, com quem eu n„o tenho muita intimidade, eu, ele e um amigo, depois veio mais outro. N„o eram pessoas desagrad·veis, e n„o estou dizendo q foi ruim, nem nada. Deu pra relaxar, bebi umas duas cervejas e j· comecei a ouvir minha m„e na minha cabeÁa N„o vai dirigir meu carro alcoolizado... Deixei cinco reais na mesa e disse tchau Cleber. AtÈ fiquei pensando de ir l· praquele diabo de Beliska. Cheguei em casa e tomei um banho daqueles, tava precisando. Banho bom, em q vc curte a ·gua cair no corpo e deixa os dedos enrugarem. E fui pra sala ver tevÍ e apagar no sof·. Acordar cedo com a pior das caras e me meter num busu rumo Ceub„o. Agora perdendo todo meu "recreio" no computador. Algo interessante me ocorreu, entretanto. Tive mais uma daquelas sensaÁıes de calma e paz, me tomou por completo. Tenho isso com certa regularidade. … como se me afastasse da minha realidade cotidiana e visse tudo por um ‚ngulo externo. E penso Estou sofrendo por quÍ? Amo a minha vida e tudo h· de se arranjar... E aÌ respiro fundo, tranquilo. Estranho, n„o?


quinta-feira, agosto 29, 2002

O q È tomassa, Amanda?! Tomada? … tomada?
(Acena a cabeÁa, sapeca) On que cÍ pecÙ ele?
N„o È. … pomada, Amanda?
…! Tomassa! On q cÍ pecÙ, tu?
Meu Deus, o q diabo È isso?!!!

FumaÁa! Tamassa ou tomaÁa era isso: fu-ma-Áa! … por causa do incenso, eu tinha mostrado pra ela. Olha, Amanda, a fumaÁa... Ela ficou repetindo isso umas mil vezes antes da gente descobrir o q era. On cÍ pecÙ ele, tu? AtÈ q ela veio com CÍ sopÙ ele... E eu nem... AtÈ q a maria veio: N„o È fumaÁa, n„o? E o incenso j· tinha acabado h· tempos. Acendi outro e ela ficou se divertindo com a tomaÁa...



Mil! E o mais gozado È q o milÈsimo fui eu mesmo! KKKKKKKK...



Mais di·logos insanos...

On q cÍ pecÙ ele?
Ele o q, Amanda?
Tamassa! On qui cÍ pecÙ?
Onde q eu peguei o q, Amandinha?!
Tamassa!
Q È isso, menina?
Tamassa. On q cÍ pecÙ?
...

E eu atÈ agora n„o identifiquei o q diabos È Tamassa. Nem mesmo a Maria, q È m„e, conseguiu traduzir... Nem sei se È realmente assim, ou se TomaÁa, algo do gÍnero...
Ela ainda rondando o computador e mais di·logos...

CadÍ minha pepÍ?
T· com a sua m„e...
H„?!
L· na cozinha, com a sua m„e, Amanda...
H„?
…. Com a mam„e...
Ah, vochÍ trÙuxe pa ela?
...

Ela faz esse h„?! qd n„o entende alguma coisa. Muito engraÁado...




Cara, e eu j· estou chegando ‡ fant·stica marca de 1.000 acessos... Tudo bemq sÛ eu devo ter acessado umas 500 vezes, mas quem liga?


quarta-feira, agosto 28, 2002

Cara, e ele n„o liga. N„o liga. Nunca mais. Desde a micarÍ... Heartbrake È phoda...






Que acessÛrio sexual vocÍ È?

E n„o È q eu tb sou lubrificante? E nem tinha feito o teste qd postei esse treco aqui em baixo...




Entre o bocado de bobagens q a Fay manda por email estava essa imagem. Essa eu atÈ q gostei. Como ela mesma disse, marketing È tudo!



Depoimento Emocionado de Luiz Fernando VerÌssimo Sobre Sua ExperiÍncia com as DROGAS.

Tudo comeÁou quando eu tinha uns 14 anos e um amigo chegou com aquele papo de "experimenta, depois quando vocÍ quiser È sÛ parar..." e eu fui na dele.
Primeiro ele me ofereceu coisa leve, disse que era de "raiz", da terra, que n„o fazia mal, e me deu um inofensivo disco do Chit„ozinho e XororÛ e em seguida um do "Leandro e Leonardo".
Achei legal, uma coisa bem brasileira; mas a parada foi ficando mais pesada,o consumo cada vez mais freq¸ente, comecei a chamar todo mundo de "amigo" e acabei comprando pela primeira vez.
Lembro que cheguei na loja e pedi: - Me d· um Cd do ZezÈ de Camargo e Luciano. Era o princÌpio de tudo! Logo resolvi experimentar algo diferente e ele me ofereceu um Cd de AxÈ. Ele dizia que era para relaxar; sabe, coisa leve...
Banda Eva, Cheiro de Amor, Netinho, etc. Com o tempo, meu amigo foi me oferecendo coisas piores: … o Tchan, Companhia do Pagode, Asa de ¡guia e muito mais.
ApÛs o uso continuo eu j· n„o queria saber de coisas leves, eu queria algo mais pesado, mais desafiador, que me fizesse mexer os quadris como eu nunca havia mexido antes, ent„o, meu amigo me deu o que eu queria, um Cd do
Harmonia do Samba.
Minha bunda passou a ser o centro da minha vida, raz„o do meu existir.
Eu pensava sÛ nesta parte do corpo, respirava por ela, vivia por ela! Mas, depois de muito tempo de consumo, a droga perde efeito, e vocÍ comeÁa a querer cada vez mais, mais, mais...
Comecei a freq¸entar o submundo e correr atr·s das paradas. Foi a partir daÌ que comeÁou a minha decadÍncia.
Fui ao show e ao encontro dos grupos Karametade e SÛ Pra Contrariar, e atÈ comprei a Caras que tinha o Rodriguinho na capa. Quando dei por mim j· estava com o cabelo pintado de loiro, minha m„o tinha crescido muito em funÁ„o do pandeiro, meus polegares j· n„o se mexiam por eu passar o tempo todo fazendo sinais de positivo. N„o deu outra: entrei para um grupo de pagode.
Enquanto v·rios outros viciados cantavam uma musica que n„o dizia nada, eu e mais outros 12 infelizes danÁ·vamos alguns passinhos ensaiados, sorriamos e fazÌamos sinais combinados.
Lembro-me de um dia quando entrei nas Lojas Americanas e pedi a colet‚nea"As melhores do Molej„o". Foi terrÌvel!! Eu j· n„o pensava mais!! Meu senso crÌtico havia sido dissolvido pelas rimas miser·veis e letras pouco arrojadas. Meu cÈrebro estava travado, n„o pensava em mais nada. Mas a fase negra ainda estava por vir.
Cheguei ao fundo do poÁo, ao limiar da condiÁ„o humana, quando comecei a escutar popozudas, bondes, tigrıes, motinhas e tapinhas. Comecei a ter delÌrios, a dizer coisas sem sentido. Quando saÌa ‡ noite para as festas pedia tapas na cara e fazia gestos obscenos. Fui cercado por outros drogados, usu·rios das drogas mais estranhas que queriam me mostrar o caminho das pedras...
Minha fraqueza era tanta que estive prÛximo de sucumbir aos radicais e ser dominado pela droga mais poderosa do mercado: a droga limpa.
Hoje estou internado em uma clÌnica. Meus verdadeiros amigos fizeram a ˙nica coisa que poderiam ter feito por mim. Meu tratamento est· sendo muito duro:doses cavalares de Rock, MPB, Progressivo e Blues. Mas o mÈdico falou que eu talvez tenha de recorrer ao Jazz, e atÈ mesmo a Mozart e Bach.
Queria aproveitar a oportunidade e aconselhar as pessoas a n„o se entregarem a esse tipo de droga. Os traficantes sÛ pensam no dinheiro.
Eles n„o se preocupam com a sua sa˙de, por isso tapam a vis„o para as coisas boas e te oferecem drogas. Se vocÍ n„o reagir, vai acabar drogado: alienado, inculto, manobr·vel, consumÌvel, descart·vel, distante; vai perder as referÍncias e definhar mentalmente. Em vez de encher a cabeÁa com porcaria,pratique esportes e, na d˙vida, se n„o
puder distinguir o que È droga ou n„o, faÁa o seguinte:
- N„o ligue a TV no domingo a tarde;
- N„o escute nada que venha de Goi‚nia ou do interior de S„o Paulo;
- N„o entre em carros com adesivos "Fui.....";
- Se te oferecerem um Cd procure saber se o indivÌduo foi ao programa da Hebe ou ao Sabad„o do Gugu;
- Mulheres gritando histericamente È outro indÌcio;
- N„o compre um Cd que tenha mais de 6 pessoas na capa;
- N„o v· a shows em que os suspeitos faÁam passos ensaiados;
- N„o compre nenhum Cd em que a capa tenha nuvens ao fundo;!
- N„o compre nenhum Cd que tenha vendido mais de um milh„o de cÛpias no Brasil;
- N„o escute nada em que o autor n„o consiga uma concord‚ncia verbal mÌnima.

Mas principalmente, duvide de tudo e de todos.

A vida È bela!!!! Eu sei que vocÍ consegue!!! Diga n„o ‡s drogas!!

Luiz Fernando VerÌssimo

REVOLTANTE! Acabei de ficar sabendo q este texto n„o È do VerÌssimo. Ele mesmo disse numa entrevista...Q absurdo as pessoas mandarem coisas por aÌ afirmando q È de alguÈm e n„o ser. LiÁ„o do dia: ficar com os dois pÈs atr·s qd receber coisas pela internet... Mas ainda assim o texto vale. Muito bom!




Caramba! Esse È o nome da sorveteria q abriu aqui na faculdade agora. Inclusive o ponto de exclamaÁ„o. N„o bastasse a praÁa de alimentaÁ„o q eles fizeram, agora isso...



Aula de semiÛtica agora foi maravilhosa! Que bom... N„o via a hora de comeÁar a me empolgar com a faculdade. A de Teorias da ComunicaÁ„o ontem tb foi interessante. Acho q isso significa q eu vou comeÁar a estudar pra valer agora...


terça-feira, agosto 27, 2002


O q È mais frustrante È saber q ele vai ganhar, no matter what... Eca!



Pipoca e chuvinha. Tudo de bom! Tudo bem q eu consigo queimar atÈ pipoca de microondas, mas foi sÛ um pouquinho. T· gostosa...



Isso me lembrou as m·ximas de uma prima minha. N„o q ela seja burra- ela sÛ È loira, coitada, n„o È culpa dela! - ela È bastante inteligente, atÈ. Mas n„o raro ela solta umas dessa. Vou listar algumas q eu me lembro.

Lim„o Galeto
Irm„os gÍnios
Cama boliche
Interfome
"Quando eu crescer, quero ser a Rainha da Batedeira!"
"Puxa, deram um dormitÛrio pro Matosinho e ele dormiu na hora..."
"Ainda bem q eu fui pro Pantanal agora na seca, q se n„o vem a chuva e imunda tudo!"


E a gente crente q sÛ ia durar a inf‚ncia... Nada! Ela j· tem quase vinte, j· t· na universidade e n„o p·ra. Essa ˙ltima foi esse mÍs... Carai... Se ela vir isso aqui ela me mata!



A Dani falou q t· chovendo granito l· no trabalho dela. Se ao menos fosse granizo, v· l·, mas chuva de m·rmore È phoda! Hahahahahaha! Essa foi Ûtima! Brigado pelos momentos de desopilaÁ„o do fÌgado, Dani... Ai, ai, EleutÈrio...



Escurece. Nuvens fechando o cÈu-horizonte j· ent„o sÌmbolo da cidade-avi„o. Substitui o azul costumeiro uma cor branco acinzentado. Azul-BrasÌlia È meio teimoso, insiste em aparecer nas brechas q o vapor branco deixa. Roncos sussurentos anunciam o frescor que est· por vir. CoraÁ„o batendo no peito, ar passando mais r·pido por entre as vias nasais secas. Um grupo de Pardais se empolga, voando e cantando em ritmo frenÈtico. A ·gua comeÁa ent„o a cair tÌmida, carregando pra baixo as partÌculas de pÛ suspensas no ar. Chegam ao solo juntos, pÛ e lÌquido, e o barro marrom-avermelhado desce gostoso na diagonalidade da calÁada. E sobe o cheiro de ch„o, que agrada o olfato ressecado, refrescando internamente n„o apenas as narinas mas todo o resto. A intensidade das gotas diminui, mas j· respiro aliviado o ar cheio de gotÌculas d'·gua. E o sol contribui com um rosa clarinho, que aos poucos vai pintando o cÈu j· mais limpo. L· fora, tudo chovido, e eu todo chovido aqui dentro.



E n„o È q a diaba acertou? A chuva caindo gostosa e o cheiro de terra molhada melhor ainda! Ah... SÛ quem j· esteve na seca em BrasÌlia pode compreender o q estou sentindo...



Ah, tomara, Dona Esmeralda, tomara. Chega de seca! Meu l·bio parecendo solo infÈrtil, todo trincado. CadÍ o lip balm?



Ventos trazido por Yalorim„ deveram trazer a agua sagrada para humidecer o ar desertico que permdura na sua terra. Jogue um balde e meia de agua da xuva em alguÈm que voÁe nao gosta para desfaze o mal olhado. Cuidado com os raio e trov„os. Do geito que voÁe anda atraindo as coisa, sei nao, È melhor preveni...
E que Efochep· lhe aconpanhe!
Dona*Esmeralda





Da esquerda para direita: Eu, Guel, DhÍ, Carol e Dani. Como eu AMO essas pessoas! Notem a cerveja e o tempur· no canto inferior ‡ direita. … a cara da gente l· no buda...












Campanha do Junior. E eu apÛio em gÍnero, n˙mero e grau!



Ou-ou... Where do you go
when you don't want no one to know?
U-u-hu.. Go to my road
Tuesday's the day...


Junto com meu walkman reencontro Cat Stevens. It just tastes like childhood, u know? Adoro. E levei o walkman pra escutar no Ùnibus, no intervalo das aulas, na aula de mkt, q tava um saco, pra variar... Anyway, terÁa È definitivamente o dia.
Û-bÍ-Èsse: me lembrei agora q meus aluninhos me peguntaram ontem o q significava anyway. Mas o mÈtodo l· da escola n„o permite q falemos em portuguÍs, o q eu atÈ gosto, mas como se explica anyway para uma crianÁa de 11 anos sem traduzir? O q eu fiz? Procurem no dicion·rio (English-English allowed only!) e me tragam na prÛxima aula.



E o layout novo j· est· pronto. PorÈm, sou praticamente analfabeto em html. J· disse tudo isso aqui, acho, nem sei. Mas o q ocorre È q a Dani precisa me ajudar, e tempo n„o anda sobrando pra nenhum dos dois... Hj ela veio almoÁar aqui, viu e aprovou o layout, meu primeiro filho, segundo a dita cuja. Me emprestou o cd de instalaÁ„o do Dreamweaver, q n„o rodou no meu PC. Fui l· visitar o shrek na casa da VÛv's e ele aceitou o cd. Fiquei l· quebrando a cabeÁa pra tentar transferir a imagem q eu criei no Corel, mas quem disse. E aÌ j· tava na hora da minha - yew! - aula e eu tive q parar. Vou tentar novamente amanh„, mas muito provavelmente visual novo sÛ no findi, q È quando a minha assistente tÈcnica pode...


segunda-feira, agosto 26, 2002

Eu adoro testar os meus limites. Sei q tÙ morrendo de sono e q vai ser um saco acordar ‡s seis e meia amanh„ pra ir pra faculdade, mas mesmo assim eu insisto em ficar na net atÈ terminar de ler todos os blogs e postar tudo o q minha cabeÁa desgraÁada pensa.



E hj, ao invÈs de ensaio, ficamos assistindo aos filmes de historinhas do Pirandello. Foi muito legal, l· na casa da MarÌlia. Comemoramos mais uma vez os anivers·rios da DhÍ e da Ji, e ainda a mais recente novidade - pleon·stico isso, n„o? - a gravidez da MarÌlia. Gosh, como eu amo aquele grupo...





A DhÍ postou essa no blog dela. Quero postar as outras tb, mas como eu num tenho scanner, vou ter q esperar ela me mandar. Eu sou esse de verde aÌ, indo todo feliz na frente. Logo atr·s, de rosa, a DhÍ e seguida do Marcel, amigo dela. Essa danÁa japonesa È mesmo tudo de bom. … quase uma meditaÁ„o, depois q vc pega os passinhos...



N„o tenho mais pique pra virar noite e n„o dormir no dia seguinte. LiÁ„o do fim de semana: n„o tome quase cinco uÌsques com energÈtico, a menos q queira aprontar... O sono de s·bado ‡ noite ainda acumulado... Como faz?


domingo, agosto 25, 2002

E os di·logos insanos n„o cessam
Uma cerveja, por favor.
¡gua?
N„o, cerveja.
Ah, cÙca-cÙla?...
N„o, uma cerveja, por favor!
Ah, ok, cerbeja, nÈ?

Imaginem senhores de 70 anos pra cima e q n„o falam portuguÍs muito bem vendendo bebidas. Material riquÌssimo para os tais di·logos insanos. Me diverti horrores com eles. O pai da Dhenise foi pagar uma cerveja, q custava 1 re·u e cinquenta centavos com uma nota de dez. O velhinho n„o devolveu onze pra ele? "N„o, t· errado..." Ah, shim... E o japa pega a nota de um re·u de volta. Seu Jo„o n„o desiste: "Tem muito. O senhor tem q pegar o troco..." N„o. T· cherto... Depois de algumas tentativas seu Jo„o volta pra mesa com a cerveja e a mesma nota de dez, dizendo q da prÛxima vez ele quer pagar o mesmo preÁo...
Isso tudo na quermesse budista, once again. E dessa vez era anivers·rio da DhÍ. Coisa linda! Te amo, viu? Foi Ûtimo, mais dancinhas com as japas de quimono, mais yakisoba... Fim de semana q vem È o ˙ltimo, e se Deus e Dona Esmeralda permitirem estarei l·.




Guel. Eu e ele fazendo troopers enquanto a m„e e a namorada dormem no quarto.



Acho q o cÌlio q deixou meu olho mais vermelho q um piment„o finalmente saiu. Acho.



LiÁ„o do dia dois
Jamais confie em lÈbiscas q usam gorros e parecem com o Pixote...



LiÁ„o do dia
Nunca esqueÁa de sign out depois q terminar de postar



KKK... Entrei aqui de fininho e ele nem percebeu.
(Carol)



Visual novo em breve. Cansei dessa coisa muito clarinha e feliz. Um layout mais sÛbrio j· est· pronto, agora sÛ falta a assistÍncia tÈcnica da Dani pra coloc·-lo no ar. GÛdi, detesto n„o sacar mais de html...



A Carol arrematando os ˙ltimos sushis q nem eu aguentei. Ela t· parecendo um menininho de rua, com esse gorro... Acabou de dizer q a m„e chama ela de Pixote qd ela t· assim. Couldn't agree more...



Estou passando a noite aqui com meu casal de lÈbiscas favorito. J· comi restos de sushi e agora est„o todos deitados vendo desenho: Carol, Dani e Guel. E eu satisfazendo meu blog-vÌcio... Tomei tanto energÈtico l· q, por mais q esteja cansado, n„o tÙ com o menor sono. E d·-lhe web!



Tem coisas q simplesmente n„o s„o aceit·veis. Remix de Another brick on the wall È uma delas. Irc!



SÛ mesmo minha amiga-irm„ Faih pra me levar pra esses lugares caretas... Me despenquei praquele tal de Joke, l· no Lago, anivers·rio da irm„ dela (e, por tabela, minha co-irm„). Foi atÈ legal, danÁamos ‡ beÁa, bebemos v·rios uÌsques com energÈticos e fiquei me divertindo vendo os caras straights danÁando... Pq ser· q os heteros n„o sabem danÁar?